Há pouco mais de dois meses observamos que o governador Carlos Massa Ratinho Junior sofreria certas pressões pelos seus anúncios de medidas de contenção de despesas, começando por demissões. Acertamos, pois houve chiadeira de pessoas acomodadas no funcionalismo público e totalmente desinteressadas com a formatação de políticas públicas de um novo governo efetivamente compromissado com o Paraná e os paranaenses.
Ratinho Junior sabia que haveria reações, mas tinha consciência do dever e não cedeu nenhum passo. Nem no Executivo e muito menos no Legislativo. O jovem governador focou no presente, com olho no futuro, mantendo serenidade, equilíbrio e a maturidade política que vem demonstrando desde que foi eleito em outubro deste ano.
A imersão que fez durante o período de transição sobre os assuntos de interesse do estado, identificando desperdícios e propondo a reformatação do tamanho e da qualidade da máquina pública, foi um sinal alentador que o futuro governador emitiu a seus eleitores e a todo o povo paranaense.
Hoje, quem pode falar com propriedade sobre projetos, programas e ações, além da interação com a Assembleia Legislativa, prefeitos municipais e Governo Federal, que vem sendo desenvolvidos neste curto período de governo, é o chefe da Casa Civil, Guto Silva. “No governo do Paraná não existe improviso. Este é um governo que sabe para onde ir”, diz.
O secretário e interlocutor político do Palácio Iguaçu observa que todo o primeiro escalão, escolhido a dedo pelo governador, entende a responsabilidade e o compromisso assumidos por Ratinho Junior de preparar o Paraná para o futuro. “E nada disso acontece sem planejamento”, pontua.
Além de ações com grande visibilidade, como o anúncio da redução do número de secretarias, de medidas de austeridade e da implantação da primeira política de compliance em um governo estadual, Guto Silva afirma que o governo avança em direção à modernização da gestão.
Exemplo disso é o Comitê de Política Digital, vinculado à Casa Civil, que entrou em funcionamento nesta semana e tem como missão o desenvolvimento da estratégia de transformação digital do Estado. Mais do que digitalizar processos, explica o Chefe da Casa Civil, o objetivo é tornar os serviços públicos mais ágeis e fáceis de usar. Entre os serviços a terem seus procedimentos repensados e otimizados pelo comitê dois estão no topo da lista de prioridades: os processos de abertura de empresas e de licenciamento ambiental. Afirma Guto Silva.


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